sexta-feira, março 05, 2010

quarta-feira, março 03, 2010

CAPUCCINO JACK

Uma banda que sonha, é esse o conceito máximo relacionado ao quarteto que integra a Capuccino Jack. O começo deste ano trouxe ótimas oportunidades de trabalho com o festival Grito Rock. Em janeiro, os rapazes participaram da edição de Rio Branco e em fevereiro foram convidados para tocar em Vilhena e Cuiabá.

"Enxergamos uma oportunidade para potencializar e fortalecer a musicalidade que é feita aqui em outros estados, além de entrar em contato com outros músicos e ainda conhecer de perto o sistema de organização de festivais de outros lugares", comenta o baixista Hugo Jack.

Os capuccinos completam três anos de estrada neste mês e nada melhor para comemorar a data do que a participação numa noite apresentações de um artista de renome nacional. Por meio do circuito "A Cidade se Diverte", eles participam do show de abertura do do cantor e compositor Zeca Baleiro ao lado dos músicos da Degradê, Camundogs e Kelen Mendes e banda.

"O melhor disso tudo é a importância que esse projeto tem e fazer parte desse trabalho é uma experiência que só nos enche de orgulho. E ainda tem toda essa questão da estrutura de tocar num espaço enorme, a céu aberto e ainda com um som profissa. É o que toda banda sonha", afirma John Jack, guitarrista.

Eu conversei com os “capuccinos” sobre a experiência do Grito Rock, artistas do Acre e ainda a relação deles com as mídias. Confira:

Qual a proposta estética e sonora da banda?

Hugo Jack: O nosso processo de composição não é nada convencional. O compositor principal da banda é o André, então essa linha está mais focada no estilo de escrita dele. Já as músicas nascem num processo coletivo, em sua maioria na hora nos ensaios. Às vezes o Barrozo faz um riff, o John solta uma batida e eu entro com alguns arranjos. O que começa muitas vezes como brincadeira já terminou tantas outras como mais uma canção que entra pro nosso setlist. O produto final das músicas é a doação de cada um no processo criativo.

Como foi a participação de vocês no Grito Rock Vilhena e Cuiabá e o que é esse projeto?

Barrozo Jack: Foi uma das melhores coisas que aconteceram pra gente. O ano passado foi ótimo. Em abril, por exemplo, nós tocamos todos os finais de semana. Participamos do lançamento da coletânea Canta Tião: Um Canto à Natureza, dos festivais Chico Pop e Varadouro, tocamos pela primeira vez na UFAC, fizemos apresentações pelo circuito "A Cidade se Diverte", um deles foi no Teatro de Arena do SESC com os nossos parceiros da Camundogs. Participamos do Ao Vivo N'Aldeia e também fizemos alguns shows no Espaço Alternativo Palhukas. Foi muita coisa boa num ano só. Agora já começamos o ano com o pé direito. Essas oportunidades de Vilhena e Cuiabá foram maravilhosas, maravilhosas mesmo! As pessoas, o atendimento, as casas de show, os passeios, as brincadeiras, os contatos, enfim, tudo correu da melhor forma possível. E além de tocar pela primeira vez fora do estado, essas viagens servem pra nos unir mais como banda, pra conhecer outros músicos e ainda pra inspiração mesmo, porque nesse tempo todo você respira, sonha, dorme e acorda com música. Foi ótimo!

André Jack: Você perguntou o que é o festival... Pois é, a idéia nasceu há sete anos em Cuiabá pra dar uma alternativa diferente pra quem não é lá muito fã do carnaval. Em 2006, senão me engano, a idéia se espalhou pra outros estados, inslusive aqui no Acre. Já nesse ano foram 80 cidades e ainda outros países (Argentina, Bolívia, Peru e Uruguai). Então essa viagem serviu também pra isso... Conhecer o berço do Grito Rock, onde o festival nasceu. Vimos o modo de produção do Coletivo Vilhena Rock e do Espaço Cubo, que é uma referência no Circuito Fora do Eixo, (via pela qual a banda circulou), e ainda conhecemos a Casa Fora do Eixo em Cuiabá. Participamos de uma edição histórica do Grito Rock Cuiabá que aconteceu pela primeira vez nessa Casa. E aqui fica o agradecimento a toda equipe de Vilhena, na pessoa do Netto e do Keith, e também dos coletivos Espaço Cubo e Catraiá. Cubo pela recepção e iniciativa do festival e ao Catraia por ter nos indicado pra representar o Acre. Muito obrigado!

Nossa música acreana é plural e muito criativa. O que vocês conhecem dela?

Hugo Costa: Bom, estamos ainda num processo de aprendizado, mas podemos citar artistas mais antigos como o Da Costa, o próprio Tião Natureza e o grupo Capú. E essas são ótimas referências, porque a música acreana é diferente. O músico acreano já tem um senso estético embutido, é um cuidado redobrado com a letra, uma preocupação com a postura no palco e outros fatores. Até mesmo no rock esse conceito também existe, o rock do Acre é diferente. Tem uma sonoridade difícil de rotular que só ouvindo dá pra sentir.

As rádios com certeza ainda, em tempos de internet, são um veículo importante para divulgação da música. Qual é a relação de vocês com essa mídia?

Barrozo Jack: Pois é, ouvir a música "Você" (regravação da música do Tião Natureza) na rádio é uma sensação estranhamente prazerosa. Você cresce com o costume de ouvir a rádio, de esperar aquela música que mais gostar tocar e tudo mais. Então um dia você tá sintonizando uma estação e ouve a SUA música... É uma emoção que não tem tamanho, é impossível ouvir sem um sorriso no rosto e com muito orgulho. Mas nós estamos em dívida com essa ferramenta. Gravamos a faixa "Você" no final de 2008, já temos até duas músicas pagas mas ainda não entramos em estúdio, coisa que é um dos planos pra esse ano, aliás, pra esse semestre. E assim poder soltar o nosso som nas rádios pra, quem sabe, atingir outros públicos que não vão ao show, mas podem nos conhecer desse outro modo.

E a relação com a internet?

John Jack: É aquela coisa... Ou você acompanha a evolução da tecnologia ou fica pra trás. A nossa relação com a internet como banda ainda é muito tímida. Só temos uma música gravada e a principal maneira de divulgar o seu trabalho pela rede é através do trabalho. Como ainda não criamos vergonha na cara e gravamos (risos), continuamos um passo atrás com essa que é a ferramenta mais importante e que oferece também tantos meios pra propagar seja o que for. Mas apesar de nos relacionarmos mal com ela, é de opinião mútua que o futuro é a internet e o futuro é agora, né... Não espera.

Quais os planos para 2010?

Hugo Jack: O primeiro de todos é entrar em estúdio e gravar as músias "Regressivo" e "Leito de Procusto". Depois pensamos na Lei Estadual/Municipal de Incentivo à Cultura, Acústico em Som Maior, Banzeiro Mais Massa e Festival Chico Pop. Além de continuar com as composições e também com o nosso apoio pra promover eventos/festivais/shows, assim como já fazemos com o P&Iá, Coletivo Catraia e a Dream Cry Produções. Por hora estamos com a novíssima "Descompasso", que foi um presente do meu irmão (Adaildo Neto) e da Dani Andrade (http://www.cognome.blogspot.com/).

André Jack: Interromper um pouco porque eu tô muito empolgado com essa música (risos). Esse foi um presente muito feliz e muito importante, porque essa canção deu um gás enorme pros nossos shows e é um pouco diferente das outras que nós já fizemos, além de ter um conceito primoroso. Inclusive é a primeira vez que nós falamos o nome dela, "Descompasso", porque nas primeiras apresentações que fizemos, digamos assim lançamento... Nós a apresentamos no Grito de Rio Branco, Vilhena e Cuiabá apenas como a "música nova". Essa coisa de dar título a uma música é muito difícil e pelo que ela representa pra nós foi mais difícil ainda. Sem contar que é da Dani, que é uma amiga muito querida e eu sempre quis cantar uma composição que fosse dela... Grande escritora. Mas voltando aos planos... A palavra chave desse ano é também a capacitação com foco nos estudos e ensaios, que é o mais importante tanto na música quanto em qualquer trabalho que você se envolva. Então é isso. Agradecemos essa oportunidade de entrevista, agradecemos por esse carinho, que é recíproco, que a Rádio Aldeia sempre demonstra pelos capuccinos. Nós só temos a agradecer, mais uma vez, a todos vocês, as pessoas que ligam na rádio pedindo a nossa música, pelo público que vai aos shows, que deixa recado no orkut, que pergunta, elogia e critica. É muito difícil fazer música, conseguir espaço pra mostrar o seu som, então todo mundo que trabalha com a organização de eventos pra divulgar o que a nova música acreana tem feito é digno de todo respeito e força e, no que diz respeito a banda, vamos continuar também nessa luta. Valeu!

Este post foi postado originalmento do blog da Rádio Aldeia e foi escrito por Alex Nunes

segunda-feira, março 01, 2010

O diabo é um cara underground



Ele estará na Arena da Floresta no próximo dia 13. Sinistro.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Fernanda Farani

@grupocapu: Deu nos jornais: Na matemática cultural do avanço digital do carnaval acreano, 8 bandas acreanas, não vale uma baiana.

De acordo com o Altino. Fernandinha é tão famosa que possui apenas 75 seguidores no Twitter

Porém quando procurei no google quem era Fernanda Farani, ele disse: Você quis dizer Fernanda Ferrari. Se nem o Google conhece... bem posso dizer que no Carnaval Digital a banda de Axé era virtual.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Zeca Baleiro no Acre

Depois de muito tempo sem um show de qualidade na capital acriana, foi confirmado o show do Zeca Baleiro para o dia 13/03. Apesar do péssimo local, pois estacionamento da Arena da Floresta é uma sacanagem, porém tal erro pode ser evitado se a produção local conseguir criar um ambiente agradavel. Neco e P&iá Produções inovam em colocar mais de uma banda local para abertura do show que serão:

Degradê - ok, as meninas são bonitas e tal... e... só.

Kellen Mendes - Artista com um trabalho consolidado.

Capuccino Jack - Banda está com os animos renovado depois de breve turnê.

Camundogs - Sempre surprende e vamos ver se dessa vez irá conseguir.

Só escrevo mais depois do show dessa galera.

O quê: Zeca Baleiro e Circuito: A cidade se diverte.
Quando: dia 13 de março, às 21 horas.
Onde: Estacionamento do estádio Arena da Floresta.
Ingressos: Livraria Nobel, Toca do Lobo, Zinguer e Barriga Verde
Realização: Neco Produções e P&iá – Coletivo de Cultura
Apoio Cultural: Governo do Acre
Informações: 3901-1500 / 9976-2022

O ano começou hoje

Ok, preciso me acostumar com a idéia de que pra muita gente o ano está começando agora. Deve ser uma espécie de reveillon fora de época. Nessa hora cada qual apresenta sua justificativa:

- O ano começou agora porque já passou o carnaval.
- O ano começou agora porque só depois do carnaval é que vou pra faculdade
- O ano começou agora que só depois do carnaval é que vou para a sessão da assembléia legislativa - O sr. trabalha lá? - Sim, sou deputado.

Fato é que mesmo depois do carnaval ainda tem gente que não perde o espirito da festa e usa abadá como se fosse roupa. Vai correr no canal, veste o abadá, vai encontrar com os amigos num bar, veste abadá, vai trabalhar, veste abadá... O melhor de tudo é olhar o abadá é poder identificar se ele é pobre, ficou na pista, ou se ele é rico, ficou na ala vip.

Carnaval passou mas brasileiro gosta mesmo é de feriado. E o primeiro feriado pós carnaval será numa segunda, dia 8 de março, obrigado mulheres pelo seu dia.

quinta-feira, novembro 05, 2009

Qual a credibilidade do palhaço?

Festival Literário comete erro, não corrige e tampouco se manifesta.

O Festival Literário de Porto de Galinhas, ou simplesmente FLIPORTO, que em 2009 realiza sua quinta edição, tem como objetivo valorizar e divulgar a literatura produzida na América Latina, em um grande festival à beira da praia, celebrando a cultura e o fazer literário. Dentro da programação, que por si só já chama a atenção, um prêmio acabou fisgando a equipe da Artrio Produções, produtora de audiovisual da cidade de Rio Branco, Acre: O III Prêmio Internacional de Poesia ao Vídeo. Explico. Atualmente trabalhando em um documentário sobre um teatrólogo acreano, a equipe da Artrio viu no prêmio uma possibilidade de divulgar o trabalho que vem realizando, haja vista o teatrólogo em questão também era poeta e um dos vieses do documentário seria uma versão interpretada, em vídeo, de suas poesias. De fato, quando a produtora tomou conhecimento do festival e do prêmio, a poesia interpretada que encaminhou como concorrente ao prêmio já estava gravada e em fase de edição. Feitos os ajustes exigidos pelo regulamento do Festival, o vídeo foi encaminhado e, com muita expectativa, as informações sobre classificação para votação pública foram aguardadas.

Ao ser divulgado o link da internet para votação pública, a surpresa. O vídeo intitulado “Poema sem título”, encaminhado pelo membro da Artrio Bruno Miranda, não era o vídeo que a produtora tinha realizado. Ou seja: ao clicar na imagem e no título da poesia que a equipe da Artrio produziu, o usuário não assistia ao vídeo “poema sem título”, mas sim era encaminhado para uma página do Youtube que hospedava um vídeo concorrente.

Ao verificar o erro, a equipe da Artrio Produções entrou em contato com os organizadores do Festival através de e-mails, telefone e até mesmo o twitter. E não obteve nenhuma resposta do Festival. Por telefone, o velho “vou estar encaminhando para o setor responsável”, que no fim não se responsabilizou por absolutamente nada. E como o erro não foi corrigido, o público não teve acesso ao vídeo e, portanto, não pôde decidir se o mesmo tinha méritos para o prêmio ou não. O que é injusto por si só. A equipe conhece sua capacidade e reconhece o bom trabalho que realizou, e saber disso não é demérito para os outros concorrentes. E por ser um bom trabalho, a equipe entende que merecia ter sido avaliado não só pela coordenação do festival, mas pelo público, o alvo do prêmio e júri final. E divulgado o resultado, obviamente o vídeo produzido pela equipe acreana não constava entre os vencedores. Ao verificar o resultado parcial, disponibilizado pelo festival em seu site, o vídeo não teve um voto sequer. Claro. O vídeo do concorrente, para o qual você seria redirecionado ao clicar, já tinha sido visto, pois vinha antes na ordem de votação.

A equipe da Artrio Produções, em momento algum, entende que foi prejudicada pela qualidade do concorrente, até porque o vídeo em questão está entre os premiados. O fator prejudicial resvala simplesmente no fato de que, ratificando, seu vídeo não pôde ser visualizado. A produtora entende que foi prejudicada pela (des)organização do festival, que além de cometer um erro grosseiro, não corrigiu a lambança ao ser acionada pela equipe, nem tampouco se desculpou com nenhum dos membros da Artrio que entraram em contato para informar o erro.

Apenas para não silenciar o desrespeito e o descaso, a Artrio Produções vem por meio desta deixar uma nota de repúdio ao Festival Literário de Porto de Galinhas e sua organização, que se presta à divulgação da cultura literária mas pratica um desserviço aos fazedores de cultura quando ignora uma reclamação de erro de programação em um site. Que não se sabe porque motivos escusos não se deu ao trabalho de corrigir o erro. E o pior, claro. Não se manifestou, não se desculpou e não agiu diante da injustiça que seu erro causara.

Artrio Produções
Rio Branco, Acre, 05 de Novembro de 2009.

*

Para conferir o vídeo “Poema sem título”, produzido pela Artrio, clique aqui.

Para conferir a página da Fliporto, com o link errado, clique aqui.

Para mais informações sobre o documentário O Teatro de Betho Rocha, filme do qual o vídeo foi extraído, clique aqui.

quarta-feira, outubro 28, 2009

Zerinho ou um!

Eu voltei. O Grito voltou. A voz do medo é o silêncio como diria o poeta da seis de agosto mais esfolado que conheci, Kilrio Farias, e me pergunto: Porque me calei durante todo esse tempo? Não sei, mas me fez bem.

Recebi um email que questionava justamente quais eram os motivos que eu estava parado, sem escrever, sem opinar. E percebi que até quando o grito ficou em hiato até outros blogs poderiam ter crescido no vácuo que ele deixou simplesmente não emplacaram. Ficou claro qual é o papel do grito, algo que pra mim era confuso até dias atrás.

O papel do grito é simplesmente gritar. Ampliar vozes que precisam ser ouvidas, difundir opinião diversas, relacionar, ser um espaço onde possamos ser livres.

Vou arrumar a casa, volto daqui a pouco.

terça-feira, setembro 15, 2009

Conferência de Cultura


O que é cultura? Se você estiver certo ou indeciso quanto sua resposta, não importa. O importante é a sua participação na II Conferência de Cultura de Rio Branco, no próximo dia 17, às 18horas, e dias 18 e 19, das 8h às 18horas, no auditório do colégio Armando Nogueira.

Avaliação do Sistema Municipal de Cultura, propostas para as Conferências Estadual e Nacional de Cultura e a eleição de delegados para a Conferência Estadual são os principais pontos de pauta. Confira, reflita e acompanhe as políticas públicas culturais!

Realização: Fundação Garibaldi Brasil.
Para mais informação acesse: www.culturarb.blogspot.com.

terça-feira, julho 21, 2009

Metal Selvagem 2009

METAL SELVAGEM 2009
FESTIVAL AMAZÔNICO DE HEAVY METAL

INFORMATIVO I:
LOCAIS DE VENDAS À PARTIR DE HOJE: 20/07
DISCARDOSO - GALERIA META
ELETRÔNICA HALLEY - BAIRRO BOSQUE
MERCANTIL ANGRA - JARDIM ELDORADO
GILMAR TATTOO & PIERCING - PRAÇA DA BANDEIRA
EQUIPE DO CROHMA IDENTIFICADA.
VALOR: 10,00 + 01 KILO DE ALIMENTO (MENOS FARINHA E SAL)

INFORMATIVO II:
A BANDA MÁRTIRES NÃO TOCARÁ NO EVENTO. MAS RELEMBRAMOS QUE HOUVE CONFIRMAÇÃO DO GRUPO EM PARTICIPAR DO METAL SELVAGEM 2009.
EM SEU LUGAR ENTRARÁ A ATOMIC BEER PARA HOMENAGEAR O GRANDE FERNANDO GAIOTE (R.I.P.)

INFORMATIVO III:
DEVIDO À FALHA POR PARTE DA ORGANIZAÇÃO EM 2008, NESSE ANO NÃO PROMETEREMOS ÔNIBUS ATÉ O LOCAL DO SHOW.
RELEMBRAMOS QUE EXISTE A LINHA NORMAL DO ÔNIBUS DO QUIXADÁ QUE PASSA NA FRENTE DO POINT DO ZELY.
O MESMO SAIRÁ DO TERMINAL URBANO NOS HORÁRIOS DE 07:00/11:00/14:00 E 18:00H.

INFORMATIVO IV:
DESSA VEZ NÃO TERCEIRIZAREMOS O BAR OU O RESTAURANTE.
O PRÓPRIO ZELY IRÁ ATENDER À TODOS DA MELHOR MANEIRA.
EXISTIRÁ TAMBÉM LANCHONETES COM HOT DOG, CHURRASQUINHO E DRINKS PRÓXIMO AO PALCO E COM PREÇOS ACESSÍVEIS.

INFORMATIVO V:
MESMO HAVENDO O EVENTO NA SEXTA E NO SÁBABO, TODOS PODERÃO FICAR NO LOCAL TAMBÉM NO DOMINGO.