Mostrando postagens com marcador artes visuais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artes visuais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, maio 20, 2008

Pelos meus olhos

Esse é do Hélio Melo

Falar sobre o Hélio Melo sem ter nenhum embasamento acadêmico é um tanto difícil. Eu, Milena Quiroga, sou uma formanda do curso de Direito, acho que nem tenho propriedade de discutir sobre esse assunto mas como eu tenho uma história, achei que seria legal contá-la para os leitores do blog.

Minha paixão por Hélio Melo começou lá na infância, mas especificamente na casa da Tonha, ela tinha uma quadro pequenino num tom esverdeado, eu o achava incrível. Sabe como é, ele era tão simples porém continha a exata descrição que minha mãe fazia das casas de paxiúba dos seringais onde ela viveu até seus seis anos.

Aquele quadro mostrava uma clareira, um cachorro de caça, uma mulher na varandinha da casa a espera do marido e ele chegando da mata. Esse quarto esteve durante toda a minha meninice na parede da sala. Quando eu não queria conversar ou brincar com os meus primos, eu ia olhá-lo e ficava inventando histórias na minha cabeça com a tal imagem, tento imaginar como era viver na floresta. Eu cresci, sem saber o nome do pintor daquele quadro.

No final de 2006, quando os quadro do Hélio Melo foram para a Bienal de Artes de São Paulo e em todos os lugares começaram a falar sobre as suas obras (nessa mesma época eu estava entrando para esse caminho sem volta que é a cultura acreana). Achei que era hora de conhecer o tão falado artista, achei todas suas obras lindas, achei que já a conhecia de algum lugar.

Em dezembro do mesmo ano, fui para Santa Catarina visitar minha tia (a Tonha) e lá no quarto de hospedes reencontrei com o meu amigo numa parede esquecida, o pequenino quadro esverdeado estava ali. Me senti tão emocionada e boba, bem que eu sabia eu já o conhecia. Durante os 10 dias da minha viagem eu fiquei a admirar o pequenino, matando saudades da infância e admirando ainda mais o que era ser acreano.

Clique aqui para saber mais a respeito do genial Hélio Melo em entrevista à jornalista Cristina Leite na revista "outraspalavras", onde ele afirma:

"- Então, como aprendi sem professor, pode me chamar de pintor da floresta. Porque só quem viveu lá dentro é capaz de descobrir os mistérios da natureza através dos nossos irmãos índios, donos da floresta."
Hélio Melo

Pra quem não conhece, até o dia 08 de junho no Memorial dos Autonomistas a exposição "Hélio Melo um agente da arte". Esta uma oportunidade única para quem quer saber um pouco mais das obras deste grande artista floresta. Os quadros que compões esta exposição pertencem ao acervo da Fundação de Cultura Elias Mansour, Fundação Garibaldi Brasil e Sesc-Acre.

***Curiosidade : As telas contidas nesta mostra foram pintadas a partir da mistura de pigmentos de folhas, que retratam a vida dos seringueiros, os animais, a floresta, a depredação ambiental e as mudanças na paisagem acreana.

sexta-feira, abril 11, 2008

3º Salão Hélio Melo de Artes Plásticas

Podem participar do concurso artistas brasileiros e estrangeiros residentes no Acre

3salao_helio_melo_capa_inscricao_110408.jpgInscrições para o 3º Salão Hélio Melo estão abertas até o dia 25 de abril. O objetivo é proporcionar a valorização e o desenvolvimento cultural no segmento das artes plásticas, fomentando a produção artística no Acre. Promovido pela Associação dos Artistas Plásticos do Acre - AAPA e pelo governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour com o patrocínio do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, Programa de Desenvolvimento Sustentável do Acre, o Salão abre para a participação de artistas brasileiros e estrangeiros residentes no Acre.

Leia mais

quarta-feira, abril 09, 2008

Mandalas, Realidades e Sonhos na Galeria Juvenal Antunes

Exposição de Beth Lins apresenta o universo mágico do símbolo circular

quadros_exp_mand_013.jpg Mandala é uma palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. Ao olhar uma mandala vemos um desenho circular, que contém em seu interior formas variadas. No centro desse desenho existe uma área da qual tudo parece ter sido gerado. Para apresentar a simbologia desse mágico círculo a artista plástica Beth Lins nos brinda com a exposição Mandalas, Realidades e Sonhos, com vernissage nesta quinta-feira, 10, na Galeria de Arte Juvenal Antunes, às 19h30. A exposição reúne cerca de trinta trabalhos, cujas técnicas variam de óleo sobre tela, mista e colagem de folheados em madeira.

Ao definir o mais novo trabalho de Beth, Laélia Rodrigues, coordenadora do Curso de Artes Visuais da FAAO, fala de uma artista plástica que encontrou a essência que permeia o confronto delimitador entre a realidade e os sonhos nas cores e nas formas que apresenta em suas mandalas.

"Creio que não haveria modo mais harmonioso para demonstrar que ambos, embora contrários, podem ser representados como totalidade e esta nos aparece, inteligente e sensivelmente, no uso reiterado do símbolo do círculo" define Laélia acrescentando: "Na pintura de Beth Lins essa leitura é possível, não apenas pela escolha do símbolo que por si seria suficiente para remeter nosso olhar para a espiritualidade, porém esse símbolo é potencializado pela delicadeza, a leveza, a técnica apurada na composição de cada imagem. Ora estamos diante de uma explosão de luz ora de uma suavidade de cores que nos obriga à pergunta intrigante do significado dessas mandalas".

Dalmir Ferreira, artista plástico acreano, acredita que a exposição nos remete com muita atualidade e amplitude, a necessidade fundamental de um olhar subjetivo, atento e consciente sobre nós mesmos e nosso papel diante de tudo o que se desenrola dentro e afora do mundo nesse momento.

"Beth nos traz sua abordagem sobre essas figuras arquetípicas tão atuais, num momento em que também o Dalai Lama resolve subverter a desordem ante tantas mudanças que o planeta está a exigir de seus habitantes. Pois são esses círculos, associados universalmente com a meditação, a cura e o sagrado, possíveis chaves para os anseios de nosso interior que quando usados para essa finalidade, podem estabelecer esclarecedora conversão com os mistérios de nossa alma".

A exposição é financiada pelo governo do Estado, através da FEM com recursos da Lei de Incentivo à Cultura. A exposição fica em cartaz na Galeria de Arte Juvenal Antunes até o dia 4 de maio.

A artista - Elizabeth Specht de Freitas Lins nasceu em Recife (PE) e já participou de várias exposições nacionais, em Recife, Rio Branco, São Paulo e Bahia, além de internacionais em Cuzco, Porto Maldonado, Minneapolis (EUA) e Itália.

Serviço: Galeria de Arte Juvenal Antunes - Rua Senador Eduardo Assmar - 1291 - Calçadão da Gameleira

Rose Farias
Agência de Notícias do Acre

terça-feira, setembro 18, 2007

6MEIA - Exposição Fotografica do Projeto 6EMEIA



O projeto 6emeia é o resultado da criação e iniciativa própria de dois artistas já conhecidos do bairro; Leonardo Delafuente (D lafuen T), morador do Bom Retiro e Anderson Augusto (SÃO), morador da Barra Funda.

Parte do projeto vem da vontade de mudança e melhorias ao bairro e à própria cidade, melhorando assim esteticamente o caminho e trajeto de transeuntes e moradores, colorindo-o, alterando e propondo uma série de novas idéias e também os estimulando a colocar em prática o que ele tem de melhor em si em prol do benefício mútuo.





Há muito tempo tanto o Bom Retiro quanto a Barra Funda vem sendo especulados como futuros
bairros-modelos-de-reestruturação-e-revitalização. Reergendo-se assim à altura da tradição e nome que ambos ostentam. Tradição inclusive artística, sendo o berço de diversos movimentos e
mudanças.

E com os bueiros pintados propomos um novo tipo de linguagem entre arte/cidade e arte/pessoas. Mostrando-as que até o mais esquecido e indiferente objeto, se olhado com cuidado pode exalar arte. Os bueiros já pintados pelo 6emeia são como gotas coloridas em um imenso balde cinza.
www.6emeia.com - Fotolog


Powered by ScribeFire.

Comunidade de artes digitais




Arte digital ou Arte de computador é aquela produzida em ambiente gráfico computacional. Utiliza-se de processos digitais e virtuais. Inclui experiências com net arte, web arte, vídeo-arte,
etc. Tem o objetivo de dar vida virtual as coisas e mostrar que a arte
não é feita só a mão. Existem diversas categorias de arte digital tais
como pintura digital, gravura digital, programas de modelação 3D,
edição de fotografias e imagens, animação,
entre outros. Os resultados podem ser apreciados em impressões em
papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional. Vários
artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o
trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte
pode ser feita nos ambientes digitais ou em mídias tradicionais.
Existem diversas comunidades virtuais voltadas à divulgação da Arte Digital, entre elas, Deviantart e CGsociety.



Arte digital - Wikipédia

Para saber mais visite a wikipédia.

Artuproar
GFXartist.com
The Raster Group
digitalart.org
deviantART
Art cyclopedia
ConceptArt.org

Powered by ScribeFire.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Arte de Ebru

Mestre do Ebrus


Demonstração de Ebrus


O que significa ebrus?

A palavra turca ebru significa nuvem de água ou face da água ela também se refere a uma técnica de pintura extremamente bela de profundas raízes islâmicas que exige um apuro de sensibilidade e senso do belo para lidar com o inesperado comportamento da sua matéria prima. A técnica consiste em salpicar tintas coloridas em um gamela com água, a tinta se mistura á água e com um bastão o artista cria suas obras, quando terminado entende-se cuidadosamente um papel sobre a água banhada com tinta e a pintura passa para o papel, desta maneira cada ebru é único.
video

Fonte: islab.oregonstate.edu

sexta-feira, julho 20, 2007

Outros Olhares

Dica Cultural

Hoje, no Museu da Borracha será a vernissage de uma exposição coletiva de cinco artistas plásticos. São eles: Italo Cristofer, Marcelo Zuza, Thays, Moisés e Vigilia.

A exposição propõe através do título "Outros olhares" uma nova percepção de mundo e uma nova forma de interação que esse nosso (tão particular) mundo amazônico. Vale a pena conferir de perto.

Serviço.
O que? Exposição "Outros olhares".
Onde? Museu da Borracha
Quando? Hoje, às 19h.
Porque vale a pena ir? Os artistas plásticos estarão por lá para um livre bate papo sobre suas obras.




Convite

Rumos Itaú Cultural Artes Visuais.

O Itaú Cultural, com o objetivo de contribuir para a formação de profissionais, promove, nos dias 10, 11 e 13 de agosto no Theatro Hélio Mello em Rio Branco, o curso de História da Arte, que aborda desde o movimento neoclássico até a arte contemporânea. A ação faz parte do programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais.

O evento conta com as participações de Regina Teixeira de Barros, Maria de Fátima Morethy Couto e Milton Machado.

Local: Theatro Hélio Mello (avenida Getúlio Vargas, s/n). As inscrições podem ser feitas até 3 de agosto na Fundação Elias Mansur, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Telefone de contato: (63) 3223 9688, no DARTES.

Artistas Visuais por favor compareçam!

segunda-feira, maio 07, 2007

Visões

Dica cultural

Exposição "Visões" no Memorial dos Autonomistas de 3 a 17 de maio a partir da 8h até as 18h.



Essa exposição é realizada em coletivo pelo os academicos do curso de Artes Visuais da FIRB/FAAO.

Um dos artistas que se encontra por lá é o Italo Christofer, influenciado por um linha da arte pop oriental nos apresenta quadros com diferentes técnicas, que variam de pinturas a pirogravuras. Sem falar, do seu engajamento politico dentro do seu curso, ele é vice presidente do Centro Acadêmico de Artes Visuas e já ganhou prêmio com apresenta de um curta metragem.


Esse é um documentário que ele está produzindo do Rivas Plata.