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sexta-feira, maio 30, 2008

Marlton no “Ao vivo n’Aldeia”

O novo palco da música acreana continua funcionando a todo vapor. Amanhã, às 5h da tarde, o programa "Ao Vivo n’Aldeia" (na Aldeia FM) chega a sua terceira edição. E dessa vez traz pra roda de bate papo o som da banda Marlton, uma das boas promessas do atual rock acreano.

A banda formada por Diego “Dito” Mello – vocal e guitarra, Rodrigo Oliveira – guitarra, Paulo Roberto - baixo e Thiago Melo - bateria, vem se firmando a cada dia e construindo um público cada vez mais fiel. Para os que não conhecem a Marlton, o “Ao vivo n’Aldeia” será uma ótima oportunidade de conhecer as músicas e a filosofia musical da banda.

Já os fãs da banda poderão curtir as músicas num formato novo, com roupagens acústicas. Além, é claro, da canja que todos os convidados do programa costumam dar, que é literalmente um fator surpresa que vai de acordo com o caminho que a conversa vai tomando...

O Blog Grito Acreano está aberto para receber as perguntas que os ouvintes queiram fazer. Deixe aí o seu recado (e/ou a sua pergunta). Quem conhece o repertório da banda, pode também fazer um pedido musical. Os ouvintes que participarem vão concorrer a sorteio de um CD-demo do grupo convidado. Participe do programa!
Venha para esse show! A entrada é gratuita!

O quê: Ao Vivo n'Aldeia.
Quando: Sábado, das 17h às 18horas
Onde: Rádio Aldeia FM 96.9 ou pelo link da rádio na web: www.ac.gov.br/aldeiafm

terça-feira, outubro 16, 2007

Marlton, a crença naquilo que é impossivel.


Estava pensando em escrever um texto sem utilizar o termo "TPV", mas ultimamente não tem nada que conceitue melhor todo e qualquer sentimento em relação ao Varadouro, se não a palavra "tensão". Seja ela boa ou ruim, o fato é que caiu a ficha de todo mundo que tá trabalhando pra levar isso adiante: bandas, organização, entusiastas e o que mais possa ser associado. Uma coisa é saber como funciona, outra (bem mais difícil, diga-se de passagem) é fazer funcionar corretamente.

Entrando no mundinho da minha banda, fomos convidados para tocar no Festival, mas não lembro por quem e nem onde. De vez em quando chegava alguém pra mim, falando "Ei, vocês estão no Varadouro... Né!?", mas eu não sabia se era uma pergunta ou afirmação. Então pairou a dúvida do "vamos/não vamos" por um tempinho. E um tempinho antes desse tempinho, a banda já vinha sofrendo da síndrome da estagnação e precisava de um remédio eficaz (uma bala 7Belo pra quem acertar o nome do remédio).

O chato mesmo é termos que lidar, assim como várias outras bandas, com a frustração de não poder dedicar-se única e exclusivamente à mesma, afinal, há vontade de viver de música, mas a realidade ainda difere do anseio.

O tempo é escasso, os horários vagos são reduzidos por desentendimentos e conflitos de idéias, a falta de dinheiro está sempre rindo da nossa cara e tentando carregar as oportunidades para além do nosso alcance e a irresponsabilidade e falta de vínculo, a essa altura do campeonato ainda é presente em membros da banda (e olha que lidar com gente é uma arte à parte). Então por que continuar, se tudo parece conspirar contra nós? Crença.

Um dia desses, o Aarão me falou: "Os primeiros a ter de acreditar nas músicas de vocês, são vocês mesmos". E é bem verdade: música bem executada sempre irá agradar a alguém, por mais duro que seja ensaiar, gastar grana, brigar, pensar em desistir, etc. A música pode não ter um quê de poesia, pode não mudar a vida de quem ouve, a cada frase proferida, mas uma boa execução com um sorriso no rosto faz bem a qualquer ouvido, olho e mente aberta. E o segredo disso tudo é a crença musical e a humildade de saber ouvir toda crítica construtiva como uma crítica construtiva, filtrando o que chega de real má fé.

Então, adotamos a política: não argumente, mostre. E isso deve-se em grande parte à expectativa e a vontade de "não fazer feio" em torno do Varadouro e sua magnitude musical. Magnitude esta que, infelizmente, não é tão reconhecida aqui na cidade.

É uma pena ouvir acreanos (engajados ou não à cena) se questionando sobre o conceito de Festival Varadouro, enquanto em outros estados sua importância inquestionável o torna uma referência grandiosa.

Se todos soubessem a quantidade de pessoas que têm vontade de assistir e de bandas que anseiam por uma participação, teriam pelo menos a sábia curiosidade de prestigiar a movimentação "independente" (em aspas por precisarmos de apoio, é claro) que tornou o festival o que ele é.

E graças ao que ele é hoje, o número de pessoas envolvidas vonluntariamente é maior e mais qualitativo. A força de vontade impera. E entre problemas intermináveis e soluções "meia-boca", o sentimento de que tudo, no final das contas, dará certo se confunde com o medo e a tensão (ela mesmo! lembra?) por conta de possíveis males que possam atingir o bom funcionamento do 'todo'. Mas afinal, não seria grande e nem teria graça se fosse fácil, concorda?

Rodrigo Oliveira é guitarrista da Marlton, e tira uma onda de estudante de publicidade nas horas vagas. Assim como os seus riffs de guitarras seus comentários são precisos e afinados afiados.

quinta-feira, maio 31, 2007

Marlton e Blush na Concha

As bandas Marlton e Blush Azul fazem show hoje na Concha Acústica, encerrando espetáculo artístico realizado pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Acre – Apae/AC
O evento terá início às 17horas, com apresentação dos espetáculos que a Apae/AC e escola de Dança Dançando no Ritmo levarão para Santa Catarina, durante um festival que reunirá atividades artísticas das Apae´s de todo o Brasil.
A programação conta ainda com a apresentação da banda de música do Centro de Apoio ao Deficiente Visual (Ceadv) e roda de capoeira com alunos da Apae. Compareçam!!!!!

sexta-feira, maio 18, 2007

O palco místico do DCE-UFAC

Quando a festa é o palco do DCE da UFAC, parece que rola uma coisa mistica no ar. Creio que aquelas paredes foram montadas com as pedras do templo de Baco ou foram abençoadas por Dionísio, pois o vinho daquele lugar nos faz literalmente entrar no clima.

Até o Jorge Anzol, lá de Sampa, sentiu saudade de tocar no palco do DCE. Pois, bem a Animus Festandi II rolou numa boa, muita bebida, boas bandas, enfim... Parabéns, galera do DCE-UFAC e pessoal do CADIR pela a organização desse evento!

As bandas que tocaram por lá foram: Sufrágio, Marlton, Blush Azul, Camundogs e Filomedusa. Farei breves comentários, para não parecer chato ou qualquer coisa do genero.

Sufrágio, contou com a participação do Dito(vocal da Marlton) na bateria, creio eu que quebrando galho. O som da banda me agradou mas como a coisa aconteceu meio as avessas não irei expressar uma opinião concreta.

Marlton, problemas técnicos atrapalharam o primeiro show da Marlton no palco DCE-UFAC. Agora, como disse o Aarão da Camundogs, a banda está batizada. Mas até agora não entendo a introdução de "Sem o despertar", ela destoa de todas as outras musicas da banda.

Blush Azul, o som estava ruim ou os instrumentos estavam mal regulados. Mas do meio para o fim a coisa melhorou. A Blush vem conquistando um publico cativo... Há quem diga que Blush parece muito com The Cardigans. Será?

Camundogs, o que falar da Camundogs? (pensando...) Tem tres músicas que precisamos destacar "O Termo", "Espelhos", "Ubóoooooommmtibiuaaaaaiii" foram duca! Mas, cadê as baladas da banda?

Não,vou falar sobre a Filomedusa, pois não pude ficar até o final pra poder ver a apresentação deles. Mas quem tiver assistido e quiser escrever algo sinta-se a vontade nos comentários. OK?