Mostrando postagens com marcador filomedusa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filomedusa. Mostrar todas as postagens

sábado, setembro 13, 2008

Filomedusa no Jambolada 2008

Contagem regressiva para o fechamento da quarta edição do Festival Jambolada, que acontece no triângulo mineiro, em Uberlândia. A programação do Festival começou desde o dia 9 de setembro e se estende até domingo, dia 14, onde fechará a sua programação com participação filomedusiana, no Campus Santa Mônica – UFU.

O Jambolada 2008 não prioriza estilos e buscando uma maior diversidade da chamada nova música brasileira, reforçado pelo tema “Misturando Sons”, traz para esta edição, ritmos que passeiam do rock amazônico ao hip hop, do punk rock ao folk. Não é só de boas bandas que vive o Jambolada, uma semana inteira de debates, palestras, workshops e oficinas fizeram parte da programação, um dos palestrantes - Rodrigo Lariú -, afirma que a intenção é sugerir ações e ouvir dos presentes, críticas e ponderações.

Com os instrumentos na bagagem, a banda acreana Filomedusa ruma para as bandas de lá com a finalidade de fazer jus à indicação ao Prêmio Dynamite de Música Independente 2008, indicados na categoria Revelação. O grupo toca no último dia de Festival, domingo, dia 14, dividindo o palco com bandas mineiras, uai! Lembrando que, Los Porongas também foram indicados e concorrem na categoria Álbum Rock. Votem nos seus escolhidos.

Carol Freitas e Saulo, bicolores.

Saulo Machado, guitarrista da banda, lembra o ótimo ano que a banda viveu e vem vivendo. Os quatro integrantes fizeram uma mini turnê passando no MISC - Cuiabá (MT), Festival Tacabocanocd - Goiânia (GO), I Festival Goma de Música Independente - Uberlândia (MG), Show na Obra - Belo Horizonte (MG) e Virada Cultural - São Paulo (SP). Tocaram ainda no Festival Calango (MT) e no dia 27/09 se apresentam no Festival Varadouro, aqui, em Rio Branco (AC). Baita ano.

O Coletivo Goma é um dos idealizadores do Festival Jambolada 2008 que conta com o patrocínio do Natura Musical.

Programação do Jambolada 2008

12/09, sexta-feira, na Acrópole

Palco 1
20h00 - DCV (URA-MG)
21h00 - Linha Dura (MT)
22h00 - Metal Carnage (UDI-MG)
23h00- Vandaluz (PTM-MG)
00h00- Wander Wildner (RS)
01h45 - Cordel do Fogo Encantado (PE)

Palco 2
20h30 - Dyf (UDI-MG)
­21h30 - U-Ganga (MG)
22h30 - Carolina Diz (BH-MG)
23h30 - Sick Sick Sinners (PR)
01h00 - Macaco Bong (MT)

13/09, sábado, na Acrópole

Palco 1
20h00 - Transmissor (BH-MG)
21h00 - Krow (UDI-MG)
22h00 - Dissidente! (UDI-MG)
23h00 - Mallu Magalhães (SP)
00h30 - Porcas Borboletas (UDI-MG)
01h45 - Ratos de Porão (SP)

Palco 2
20h30 - Galinha Preta (DF)
21h30 - Juanna Barbera (UDI-MG)
22h30 - Enne (BH-MG)
00h00 - Diego de Moraes e o Sindicato (GO)
01h00 - Madame Saatan (PA)

14/09, domingo, no CC Ufu Sta Mônica

17h00 - Ophelia and the Three (UDI-MG)

18h00 - Filomedusa (AC)
19h00 - Renegado (BH-MG)
20h00 - Aline Calixto e Eterna Chama (BH/UDI-MG)
21h00 - Marku Ribas (BH-MG)

Quer saber mais?
http://jambolada.blogspot.com
http://jambolada.com.br
http://gomamg.blogspot.com

Prêmio Dynamite de Música Independente 2008.
Votem: http://premiodynamite.com.br

Foto: Talita Oliveira.
Acesse: http://flickr.com/photos/talitaoliveira

segunda-feira, junho 09, 2008

É hoje, "Segunda se Toca".


Mais uma segunda-feira (09/06) de música boa vai acontecer na Toca do Lobo com o Projeto "Segunda se Toca" - Um Conteito de Cultura, que chega na sua 8º edição e tem pela segunda vez a banda Filomedusa e agraciando com sua belíssima voz a cantora Verônica Padrão. O Projeto tem como objetivo resgatar músicos que são referência no cénario da cultura acreana e também lançar novos talentos, além, é claro, de abrir espaço para músicos e bandas se apresentarem. Em função das férias em julho as atividades vão estar acontecendo todas as segundas, fora do costume, que é quinzenalmente.
A diversão acontece na Toca do Lobo (logo depois do Ieasacre), a partir das 19 horas com entrada a R$ 2,00. Então, separe um trocado e vá conferir!

"Segunda se Toca"
Quando: Hoje, 09/06.
Local: Toca do Lobo.
Horário: a partir das 19 horas.
Entrada: r$ 2,00.

sexta-feira, agosto 03, 2007

Filomedusa no Dynamite

"Aí eu já estava na segunda cerveja, cabe comentar, estupidamente gelada e entre prosas legais e muita risada a segunda banda começou a tocar. Filomedusa que veio do Acre, que tem Daniel Zen, o tranqüilo e gente boa presidente da fundação cultural do Acre, em seu baixo. Que tem Saulinho pequenito e educado na guitarra. Que tem o preciso e caladíssimo Thiago na bateria (não vi a cor da voz desse sujeito dia nenhum do festival. Impressionante!) e que tem a Carol nos vocais. Mulher maldita!

Pra começar uma banda que coloca o baixo tão alto, mais presente e incisivo que a guitarra; ou não tem nada na cabeça ou tem um baixista muito bom. Filomedusa tem um baixista muito bom, e nem sei da cabeça deles. Frases diferentes, ousadas até, ritmos quebrados e tudo com a guitarra servindo de apoio para aquele baixão acreano indecente. Saulinho consegue fazer sua guitarra ser discreta sem ser ausente, contribuindo mais com a parte rítmica, compondo as texturas das músicas filomedusianas. Thiago toca bem pra diabo! Quanto baterista bom nesse norte.

Mas quer saber minha opinião inteira sobre a banda? Eu adorei Filomedusa! É bom pra caralho!!! Já havia algum tempo que eu não via um show e me empolgava tanto como aconteceu com o show desses acreanos batutas. E, além disso tudo que foi descrito no parágrafo anterior ainda havia Carol. Mulher desgraçada!!! Bandas que põe mulher pra cantar ou não têm nada na cabeça ou tem uma vocalista muito fantástica (e essa ironia pode me render pedrada. rs), e o Filomedusa é assim. Carol é pequena, magra, usa um vestidinho curto que insinua e esconde, botas sobem pelas pernas e ela usa de caras e bocas com habilidade teatral. É impossível não lembrar da Sammliz vendo Carol seduzir a platéia. Porque enquanto a Sammliz seduz, mas afasta, porque o som do Madame é uma porrada e o Ícaro - que sempre está ao lado - é forte pra diabo; Carol seduz e atrai porque o som do Filomedusa é insinuante, provocante, desafiador e Daniel e Saulinho são tranqüilos demais, e magrelos, vamos falar logo! rsrs

Carol é soberba. O risco que ela corre é de ficar arrogante e começar a "se achar", e só acho isso porque conversei pouquíssimo com ela. Parece ser extremamente simpática, mas nem precisa ser, porque canta daquele tanto. Que voz! Que harmonia! Que malícia! Sua voz e presença cênica extrapolam seu tamanho mignon, enchem a sala e o cavalo pendurado na parede até arregala o olho de madeira para apreciar aqueles sorrisos tantos.

E engraçado que Daniel e Saulinho usam os cabelos praticamente idênticos, uma coisa meio Devo com suas perucas emborrachadas, o que dava um visual muito divertido.

Uma banda que faz o set list (que eu tive a honra de trazer comigo) com as notas de suas músicas revela seu cuidado. Em "Batcaverna" - que é em Lá Menor - eles me fazem lembrar dos sons vanguardistas que São Paulo pariu nos anos 80 com vocais de samba de breque, bateria quebrada e precisa, guitarra criativa e o baixão marchando estranho indo e vindo. Na seqüência enfiam "O que eu sou" - que é em Dó Menor - um blusão de rasgar o coração do marido saudoso em campanha pelo norte. Ao ouvir esse blusão doído pensei em Nau tocando "Corpo Vadio", com Vange Leonel arranhando nossas memórias mais íntimas. Filomedusa faz isso. Filomedusa é muito bom! Filomedusa é muito bom!"


O texto é do Eduardo Mesquita, O Inimigo do rei, sobre o Casarão que ocorreu semana passada em Porto Velho, o está no site do Dynamite.

Foto retirada do flog da banda

quinta-feira, julho 05, 2007

Rock Acreano: Válido em Todo Território Nacional

Banda Nicles existe há seis anos e embarca pela segunda vez para shows fora do Acre

As bandas acreanas de rock têm ganhado cada vez mais espaço em festivais de outros estados. A proeza iniciada pela banda Los Porongas é seguida por outros grupos, como Camundogs e Blush Azul, que recentemente tocaram em São Paulo – SP.

Hoje (05), a banda Nicles segue caminho e embarca para shows além das terras acreanas. Na sexta-feira, a banda se apresenta em Palmas – TO, durante o PMW Rock Festival, juntamente com bandas como MQN, Matanza, Cordel de Fogo Encantado, entre outras. No domingo, Nicles é atração da Festa Super Hi Fi, na casa de show Ziigy Box, em Goiânia – GO.

Os integrantes afirmam que a oportunidade é fruto do Festival Varadouro. “Um dos organizadores do festival em Palmas, Gustavo Dantas, nos assistiu durante o Varadouro 2006 e nos convidou para um show em sua cidade”, explica Johnny Ratts, baterista da Nicles. Aproveitando a proximidade entre os estados, o grupo fez contato com a banda Bang Bang Babies, de Goiânia, que conheceram durante o Grito Rock Cuiabá. “Quando tocamos em Cuiabá, conhecemos uma banda de Goiânia e ‘Luti’, um dos administradores da casa onde tocaremos. Eles gostaram da nossa música e articularam o espaço para nos apresentarmos”, conta o músico.
Na opinião do grupo, a visibilidade que as bandas acreanas têm é resultado - além do Festival Varadouro, que acontece desde 2005 - da integração do movimento acreano ao Circuito Fora do Eixo, uma rede de trabalhos que reúne 14 estados, visando ao fortalecimento dos grupos artísticos.

Sobre a banda – O trabalho da banda Nicles teve início há seis anos, no Porão da Tentamen, onde gravaram a primeira demo. O investimento maior do grupo é no trabalho autoral, caracterizado pelo estilo indie rock psicodélico, uma mistura de grunge, alternativo e punk rock. Kilrio Farias (vocal), Wesley Moura (guitarra), Fred Margarido (sintetizador), Johnny Ratts (Bateria) e André Bandeira (contra-baixo) são os integrantes da banda intitulada por um sinônimo de “coisa nenhuma”.

Agenda - Voltando à cidade natal, o grupo tem dois shows marcados: o primeiro, no dia 13, em evento que acontece com mais dez bandas, no Juventus; e dia 15, na Concha Acústica, juntamente com Camundogs, Los Porongas e Dado Villa Lobos. Para a viagem, a banda Nicles tem apoio das Fundações Culturais Garibaldi Brasil e Elias Mansour, Vereador Márcio Batista e Frios Vilhena.

FILOMEDUSA

Outra banda acreana que se prepara para mostrar seu trabalho aos roqueiros de outros estados, é a Filomedusa. O grupo participará do festival “O Casarão”, em Porto Velho – RO, que acontecerá no período de 26 a 28 de julho. O festival rondoniense acontece desde 2000, e já contou com a participação de bandas como Los Porongas, Camundogs, Ludov, Vanguart, Cachorro Grande, entre outras.

Filomedusa é formada há dez meses, por Carol Freitas (vocal), Saulo Machado, mais conhecido como Saulinho (guitarra), Thiago Melo (bateria) e Daniel Zen (contrabaixo). “Será o nosso primeiro show fora do estado, por isso, muito importante para banda. As expectativas são as melhores possíveis, estamos muito ansiosos com a nova experiência de subir num outro palco e tocar para um outro público”, conta Saulinho. Quanto ao estilo, ele descreve: “somos uma banda de rock com influências que vão de Ray Charles a Los Porongas”.

sexta-feira, maio 18, 2007

O palco místico do DCE-UFAC

Quando a festa é o palco do DCE da UFAC, parece que rola uma coisa mistica no ar. Creio que aquelas paredes foram montadas com as pedras do templo de Baco ou foram abençoadas por Dionísio, pois o vinho daquele lugar nos faz literalmente entrar no clima.

Até o Jorge Anzol, lá de Sampa, sentiu saudade de tocar no palco do DCE. Pois, bem a Animus Festandi II rolou numa boa, muita bebida, boas bandas, enfim... Parabéns, galera do DCE-UFAC e pessoal do CADIR pela a organização desse evento!

As bandas que tocaram por lá foram: Sufrágio, Marlton, Blush Azul, Camundogs e Filomedusa. Farei breves comentários, para não parecer chato ou qualquer coisa do genero.

Sufrágio, contou com a participação do Dito(vocal da Marlton) na bateria, creio eu que quebrando galho. O som da banda me agradou mas como a coisa aconteceu meio as avessas não irei expressar uma opinião concreta.

Marlton, problemas técnicos atrapalharam o primeiro show da Marlton no palco DCE-UFAC. Agora, como disse o Aarão da Camundogs, a banda está batizada. Mas até agora não entendo a introdução de "Sem o despertar", ela destoa de todas as outras musicas da banda.

Blush Azul, o som estava ruim ou os instrumentos estavam mal regulados. Mas do meio para o fim a coisa melhorou. A Blush vem conquistando um publico cativo... Há quem diga que Blush parece muito com The Cardigans. Será?

Camundogs, o que falar da Camundogs? (pensando...) Tem tres músicas que precisamos destacar "O Termo", "Espelhos", "Ubóoooooommmtibiuaaaaaiii" foram duca! Mas, cadê as baladas da banda?

Não,vou falar sobre a Filomedusa, pois não pude ficar até o final pra poder ver a apresentação deles. Mas quem tiver assistido e quiser escrever algo sinta-se a vontade nos comentários. OK?

terça-feira, maio 15, 2007

Saulo e a Filomedusa

Quem é Saulo?
Saulo é um dos guitarristas mais conceituados de Rio Branco, já tocou na Camundogs e hoje desenvolve um trabalho que vem se consolidando junto a banda Filomedusa.


Filomedusa?
Sim, uma banda recente, mas com músicos experientes. Uma sonoridade única. Estão gravando algumas músicas no Estúdio Big Head e prometem o lançamento de um EP virtual em junho.

Agora as três perguntas para e sobre o Saulo e a Filomedusa.


Fazer um som indie, apostar em musicas autorais, ter letras em inglês e português e morar no extremo ocidental da amazonia brasileira é um tanto quanto surreal. Quais são as suas principais motivações pra tocar na Filomedusa?
A liberdade que o Daniel Zen, Thiago e a Carol me dão, na hora de compor e na formação de arranjo acho que é uma das principais motivações, e também tá tocando musicas autorais e sendo bem reconhecido por isso também entra no hall de motivações, além de está aqui no extremo ocidental...

Os integrantes da banda são diferentes. Mas na hora do show tudo parece em perfeita harmonia, Quem cordena essa energia musical da Filomedusa?
Acho que não tem um coordenador, acho que os 4 exercem essa função, se completando, um arranjo completa o outro, e a Carol dá toda a sustentação que precissamos.

Qual musica da banda que define a sua sonoridade?
É dificil dizer a musica q define minha sonoridade, porque elas não se parecem muito uma com a outra, como temos pouco tempo de banda, é dificil dizer qual é a minha sonoridade, mas nas três musicas novas que fizemos (duas inéditas) e a nova versão de Baixaria, definiria a minha sonoridade atual digamos assim...

Baixaria Blues?
Na verdade não é mais blues. A partir de então, será só Baixaria.

==========================

Próximo show da banda na UFAC, Quinta - Feira.

terça-feira, fevereiro 27, 2007

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Grito Rock, o enterro dos ossos.

Eram por volta das nove e meia da noite, quando cheguei no Galpão das Artes, que fica bem em frente ao calçadão da Gameleira. Pude perceber que a movimentação já se iniciava, algumas pessoas de preto e suas camisas de ode ao metal e outras que estavam por ali querendo se divertir e ouvir a boa musica acreana.

Antes rolou um teatro de rua, que só não fui assistir porque tinha que trabalhar, e a distancia admirei um feira hippie que tava rolando na gameleira, parecia que tudo tinha sido combinado. Sorte nossa ou o universo estava conspirando ao nosso favor? Não sei, mas garanto que adorei.

Quando entrei no Galpão o Darueck já estava mandando ver com a sua videotecagem musical de primeira linha. A barraca da Catraia records já estava montada. Já tinha algumas pessoas dançando e a equipe de sonorização do evento acertava os ultimos detalhes. Já estava tudo quase pronto para o inicio do evento.

E como tinha sido planejado a primeira banda entra as dez horas da noite, sem um minuto a mais ou a menos. E assim começamos a enterrar os ossos do carnaval.

Dead Flowers


Detonaram mais uma vez, agora por completo e sem chuva. A novidade ficou por conta da vocalista Desirré que estava aniversariando e teve direito inclusive a bolo no final do show. Os headbangers de plantão se animaram com o cover que rolou da banda Kittie e o guitarrista Jardel deu um show de técnica. Enfim, mais uma bela performace.

Escalpo

Punk rock grunge clássico. A banda surpreende pela energia e por cantar musicas em português. Letras que refletem um discurso pró anarquista e a favor da liberdade e do individuo livre de rótulos, tudo isso em alto e bom som. Entre uma musica e outra o vocal se perde em agradecimentos e dedicatórias. Mas, conseguiram contagiar o publico que retribuiu fazendo aquelas rodinhas e tocando o horror.

Camundogs


Esse foi o show de estréia do batera Junior Saady. Com uma formação mais enxuta, os Camundogs realizaram um belo show e nos mostraram o quanto amadureceram musicalmente. Dentro de alguns meses a banda irá lançar CD e já conta com a venda de camisas, bottons e bolsas que estavam na barraquinha da Catraia Records. Em março eles viajam para Sampa, onde vão encerrar o Festival Fora do Eixo junto com a banda Zéfirina Bomba.

Filomedusa


Carol Freitas, Daniel Zen, Saulinho e Thiago. Estes são os representantes do indie-british-rock-amazonico, não querendo rotular o trabalho da banda, mas é uma forma de evidenciar as diversas facetas que a banda assume de uma musica pra outra. O som é pura viagem. Apesar de ser uma banda recente, já têm os seus hits marcantes, o ponto alto do show foi com a musica "O que eu sou?", simplesmente duca.

Soldier


Banda representando a AMUPAC (Associação dos Musicos e Produtores Acreanos). Logo quando eles subiram no palco pude perceber que faltava algo. Onde está o baixista? Depois entedi que não fazia tanta falta, os guitarristas mandam muito bem. A Soldier é uma banda de Heavy Metal da corrente White Metal. Eles deram um show de técnica, mas o vocalista desafinou algumas vezes. Eles que foram os responsaveis pelo o encerramento do festival e ainda rolou um bis.


E já por volta da meia noite e meia se encerra o Grito Rock, o enterro dos ossos. Não podemos esquecer que esse foi um evento patrocionado pelo o Liras Lanche, Vereador Marcio Batista e Fundação Garibaldi Brasil. E foi realizado pelo selo fonográfico Catraia Records e Circuito Fora Eixo. E agora descanse em paz.

*** Escrito por Adaildo Neto *** Fotos por Gisele Lucena