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domingo, outubro 05, 2008

Eleições 2008



O homem que saiu do armário, Cabide é eleito vereador!
Ele conseguiu!


Foto Marcos Vicenti

sexta-feira, agosto 08, 2008

Um Sistema e sua estruturação em muitas vozes.

Em que pese o caráter unitário de nosso Sistema Municipal de Cultura, com todas suas esferas, ele não pode existir sem seus conselheiros e conselheiras. Eles e elas dão vozes e constituem uma relação complexa de construção da arquitetura do Sistema.

O nosso Sistema é um gigante nascendo. Ele está num momento frágil, pois precisa estar estruturado antes do ano que vem. O Sistema precisa de um Plano Municipal de Cultura e da re-estruturação da Fundação Garibaldi Brasil. As eleições estão batendo em nossa porta e temos que atentar para prazos.

Conselheiros e conselheiras temos que articular nossas falas em torno do Plano Municipal de Cultura, para que a peça seja escrita e encaminhada para outras instâncias governamentais. Esse Plano será o norte que nos mostrará caminhos. Alguns dizem que ele tem que ter metas para dez anos, outros para quinze e mais outros para trinta anos, mas o importante é que ele saia de nossas mentes e entre no papel.

A re-estruturação da nossa Fundação é tão importante quanto o Plano. Devemos pensar uma FGB preparada para dar conta das Artes, Patrimônio Cultural e Turismo. Além disso, ela tem que ver o que será do Esporte, se vai ter secretaria própria ou um departamento seu. Atualmente a FGB não tem verba para o seu cotidiano, pois grande parte de seus recursos foram para o Fundo Municipal de Cultura, que é gerido por Editais de fomento. Ela terá que ter um mínimo de estrutura financeira para outras finalidades, estrutura para secretariar o Sistema e outras tantas que devem ser pensadas na re-estruturação. Além dessas preocupações, teremos que ter em mente também um quadro de funcionários, oriundos de concurso, que sejam eficientes na gestão cultural do município de Rio Branco.

Conselheiros e conselheiras devemos continuar pensando a estruturação do nosso Sistema. Já escrevi noutro momento para estarmos pensando outros tipos de políticas públicas para a gestão cultural, agora é preciso articular-mos as nossas vozes para consolidarmos algo ainda mais importante: tornar o nosso Sistema uma política de Estado. Ele já é legalizado, mas precisa ir além, pois só com a nossa construção ele será uma política pública permanente, planejada e estruturada.

Pois bem amigos e amigas, temos nos debatido em muitas questões críticas. Participar do Sistema às vezes é cansativo. E como o combate pela cultura cansa, mas venhamos e convenhamos, ele tem que ser feito. O nosso Sistema só será algo permanente se participarmos, se pensarmos suas ações e se co-administrarmos a FGB. Estamos todos e todas inseridos numa realidade complexa que só existirá se for devidamente estruturada. Vamos pensar e escrever o nosso Plano, ajudar na re-estruturação da FGB e noutras tantas necessidades do nosso Sistema. Um grande abraço e até a próxima.

Daniel da Silva Klein.
Conselheiro Municipal de Cultura.

quarta-feira, abril 16, 2008

Evangélicos dizem "não" ao combate contra a homofobia

Projeto de combate a homofobia foi derrubado pela bancada evangélica na camara de vereadores do Municipio de Rio Branco. Este projeto foi apresentado pela Vereadora Ariane Cadaxo.

Até quando a sociedade irá ficar calada diante dessas atrocidades políticas?
"Vereadores evangélicos que votaram contra o projeto que criava do Dia Municipal contra a Homofobia, de autoria da vereadora Ariane Cadaxo (PC do B), podem não ter garantido a reeleição, mas estão certos de que ficaram mais perto do céu. É o que pensam."

"Um dos argumentos utilizados pelo vereador Rodrigo Pinto (PMDB) para não votar a favor do projeto de Ariane Cadaxo foi que 17 de maio é a data em que seu pai, o governador Edmundo Pinto, foi assassinado no Hotel Della Volpe Garden, em São Paulo. Pinto deve está no céu. Os evangélicos ainda batalham para chegar lá. Mas querem, primeiramente, garantir o paraíso que os mandatos lhes conferem."
Escreveu Leonildo Rosas em sua coluna no Jornal Página 20.

Enquanto isso crimes como esse aqui vão ficando impunes.

Mais informações sobre a homofobia.

E aí qual a sua opinião? Manifeste-se!