quinta-feira, maio 17, 2007

O interagindo com a Rádio!

O programa Tardes da Aldeia inova. Agora o internauta vai poder escolher três músicas para um bloco do programa. Que é comandado pelo o Camundogs Aarão Prado.

Toda essa interação vai ser realizada através do MSN Messenger, basta adicionar o email: aldeiafm@ac.gov.br. Sem grandes complicações, não é?

Esse é um programa que também divulga bandas da cena independente, então, vamos sugerir bandas que adotem esse mesmo principio. Vamos valorizar o que há de melhor na cena alternativa.

Agora se você nunca escutou uma banda independete passa lá na rádio, eles têm um ótimo acervo e você vai poder conhecer muita coisa por lá. Bom, mas se você é do tipo que passa horas catando banda independente na internet e tiver alguns cds passa lá na rádio para compartilhar suas músicas com a Aldeia FM.

Aí vai minha sugestão!
Mezatrio - Despacho
Zéfirina Bomba - O que eu não fiz
Mombojó - Realismo Convincente

Faça a sua sugestão nos comentários.

quarta-feira, maio 16, 2007

Festival Casarão fecha datas

O Circuito Fora do Eixo contará neste 2007 com outro festival apoteótico em seu calendário anual do gênero. Trata-se do Casarão, que será realizado entre os dias 26 a 28 de julho, em Porto Velho, e que contará na grade de programação com shows de 22 bandas de todo o país, além de uma ampla agenda de debates, que reunirá personalidades da cena indie brasileira, como Pablo Capilé, do EC, Fabricio Nobre, da Abrafin/ Monstro, Fernando Rosa do Senhor F, e outros.

O festival agora conta com o apoio do Ministério da Cultura, atravéz da Lei Rouanet.

Entre as bandas já confirmadas estão a goiana MQN e a banda carioaca Matanza. A programação está distribuída em 3 dias, 2 serão casas noturnas e apenas um dia será no Casarão, assim como no Festival Fora do Eixo que rolou em março desse ano.

As bandas que quiserem mandar material casa o Casarão é só enviar um email para viniciussilvalemos@hotmail.com
Mais informações
www.fanrock.com.br

terça-feira, maio 15, 2007

Animus Festandi II

UFAC SE RENDE AO ROCK NESSA QUINTA-FEIRA

Para quem curte um bom Rock'n'Roll, a UFAC é a pedida dessa quinta-feira (17/05/2007). O evento Animus Festandi II, promovido pelo Centro Acadêmico de Direito – CADIR, vai abalar as estruturas da Universidade (com todo cuidado para ela não cair). Com a apresentação de quatro excelentes bandas de rock da cena local:

  • Camundogs
  • Filomedusa
  • Marlton
  • Blush Azul
Os shows acontecerão no palquinho do Diretório Central dos Estudantes – DCE – e terão início as 20:00 horas.

Marque presença!

Saulo e a Filomedusa

Quem é Saulo?
Saulo é um dos guitarristas mais conceituados de Rio Branco, já tocou na Camundogs e hoje desenvolve um trabalho que vem se consolidando junto a banda Filomedusa.


Filomedusa?
Sim, uma banda recente, mas com músicos experientes. Uma sonoridade única. Estão gravando algumas músicas no Estúdio Big Head e prometem o lançamento de um EP virtual em junho.

Agora as três perguntas para e sobre o Saulo e a Filomedusa.


Fazer um som indie, apostar em musicas autorais, ter letras em inglês e português e morar no extremo ocidental da amazonia brasileira é um tanto quanto surreal. Quais são as suas principais motivações pra tocar na Filomedusa?
A liberdade que o Daniel Zen, Thiago e a Carol me dão, na hora de compor e na formação de arranjo acho que é uma das principais motivações, e também tá tocando musicas autorais e sendo bem reconhecido por isso também entra no hall de motivações, além de está aqui no extremo ocidental...

Os integrantes da banda são diferentes. Mas na hora do show tudo parece em perfeita harmonia, Quem cordena essa energia musical da Filomedusa?
Acho que não tem um coordenador, acho que os 4 exercem essa função, se completando, um arranjo completa o outro, e a Carol dá toda a sustentação que precissamos.

Qual musica da banda que define a sua sonoridade?
É dificil dizer a musica q define minha sonoridade, porque elas não se parecem muito uma com a outra, como temos pouco tempo de banda, é dificil dizer qual é a minha sonoridade, mas nas três musicas novas que fizemos (duas inéditas) e a nova versão de Baixaria, definiria a minha sonoridade atual digamos assim...

Baixaria Blues?
Na verdade não é mais blues. A partir de então, será só Baixaria.

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Próximo show da banda na UFAC, Quinta - Feira.

segunda-feira, maio 14, 2007

Diário de Bordo (Blush em SP)

Só pra mim não esquecer (eu sei que mim não esquece, mim não conjuga verbo, mim não faz nada. É só porque eu quero falar de mim mesmo)


Blush Azul tem uma estudante de jornalismo em sua formação que poderia escrever sobre tudo que acontece com o grupo, certo? Errado. Juro que até levei bloquinho e canetinha. Mas não serviu para muita coisa não. Não pra escrever um tal diário de bordo; nem para anotar telefones, e-mails e endereços (isso eu fazia nos versos dos flyers), nem a máquina fotográfica ficou o tempo todo comigo.

Sei lá o que aconteceu. Eu queria mesmo era curtir. Não tava nem aí pros blogs da vida. Queria conhecer gente nova, bater-papo, falar de música, reparar nas gírias, nos sotaques (me amarro nisso), sem esquecer dos ‘emos’ e da ‘culinária’. E eu ficava viajando ao reparar o quanto as coisas se diferenciam e se tornam tão iguais. Penso no Galpão das Artes, na Concha Acústica; no Grito Rock Vilhena - que aconteceu no mesmo lugar onde foi realizado o Carnaval – penso no Luar Rock Bar e no Nossa Aldeia. Reparo nos trajes, nas cores de cabelo, nos Allstars, nos Adidas, nos cintos de tachinhas, nas calças quadriculadas, nas peles limpas e nas tatuadas. As formas de se cumprimentar, de curtir um show, de cantar, pular... É possível enumerar características peculiares de cada lugar e ao mesmo tempo ver a semelhança entre cada um deles. É complicado, mas tudo muito encantador. Sim, digo encantador porque eu sou mesmo uma romântica enrustida que olha tudo com os olhos do coração e que queria bater foto até com a moça do bar que me sugeriu aquela tal Jurupinga (uma delícia, diga-se de passagem).

E como disse meu primo (paulista há sete anos), “São Paulo é como se fosse um país, dentro dele é possível encontrar todas as regiões do Brasil”, o que não deixa de ser verdade. Antes disso, eu até tava afim e comer a comida típica de São Paulo, mas quem disse que eu achei?! Tudo bem, pela primeira vez na grande metrópole, eu esperava mesmo era encontrar coisas bem diferentes. Andei de metrô, fiz mesmo perguntas idiotas e tirei todas as minhas dúvidas sobre o assunto. Aliás, eu acho que fiz muitas perguntas idiotas durante essa viagem, até tentaram me convencer que Dance Of Days não é ‘emo’, sendo que eu acho que essa sim é uma banda ‘emo’ de verdade.

O primeiro show da Blush em SP aconteceu no Luar Rock Bar, uma casa abandonada que foi transformada em um bar de rock e, de surpresa, contamos com a presença do Diogo, Anzol e João (Porongas). Naquela noite, poucas bandas que se apresentaram investem em trabalho autoral, a mais interessante foi uma chamada “Roma”, (Amor ao contrário), tem como vocalista e guitarrista o Digão - ele trabalha numa casa que cuida de crianças com câncer, e boa parte das que estão lá são acreanas – com quem firmamos uma boa amizade.


No sábado, fomos almoçar com os roqueiros ‘acreanos’. Diogo, Anzol, Magrão, Carol Caricatus, Agatha, ‘Kuc’ (se escreve assim? É o pai da Agatha, o cara que incentivou o Anzol a tocar bateria, daí já é imaginável a geração do qual o cara faz parte), e Blush Azul. Passeamos pela Theodoro Sampaio (a rua dos instrumentos musicais), passamos por algumas feiras e acabamos no Mac Donald.

No domingo, o segundo show da Blush Azul em Sp. Esse sim, foi “o show”, o II Fest Pro HC (que de HC não tinha muita coisa). Conhecemos muitas bandas, muita gente simpática, tocamos no mesmo palco que Killi, Granada, Fábrica Civil e Dance Of Days (sim, eu sei que muitos de vocês podem não entender, mas isso é muito importante pra mim... aaahhh). Eu realmente não queria usar clichês como ‘uma sensação inexplicável’ para definir como foi subir naquele palco e tocar prum pessoal que nunca viu a gente e sabe-se lá se verão outra vez, mas foi uma sensação simplesmente inexplicável.

No dia seguinte, fomos à Galeria do Rock. É rock mesmo lá. Eu gostei. E todos nós gostamos. Até a quarta-feira cada um fez um programa diferente e acho que pude perceber o irritante de São Paulo: É difícil fazer o que a gente planeja, a cidade demora a acordar, as horas passam muito rápido e o trânsito atrasa tudo. Ainda peguei o final de uma reunião de punks, em frente ao Museu de Artes de São Paulo – Masp. Um deles dizia: “Gente, vamos escrever, colocar nossas idéias no papel, fazer e distribuir zines...” Eu até ia lá falar com ele, mas ‘como num piscar de olhos ele desapareceu da minha vista’ (eles eram todos iguais).

E pouco a pouco a viagem ia chegando ao fim. O Victor com medo de descobrirem que ele é PM, a Irlla desejando as bolsas e sapatilhas de zebra, a Kaline ‘soltando a franga’ lá em Curitiba (foi a mãe dela que disse), e eu me esforçando para não perder o controle sob a quantidade de chocolates que eu comia por minuto. O importante é que não foi apenas uma viagem para a Blush Azul tocar em São Paulo, foi a oportunidade de ganhar uma experiência inesquecível e tão difícil de definir. E assim a gente percebe a importância das pequenas coisas – como tocar no primeiro Grito Rock Vilhena, lá em Rondônia, e fazer amizade com gente das mais diversas regiões, como o pessoal da Fábrica Civil. Com a missão cumprida, eu estaria mentindo se dissesse que foi tudo uma maravilha. Se tivesse sido assim, talvez não tivesse tanta graça. Rolou estresse sim, conseqüência do nervosismo e da ansiedade, os sentimentos que dão o gosto delicioso de fazer parte disso tudo e experimentá-lo pela primeira vez.

Não sei se consegui recuperar um diário de bordo que nunca existiu. O fato é que estive olhando as fotos e pensando se a única lembrança que teremos disso tudo seria com as fotos, e que, com foto ou sem foto, a minha memória sempre me deixa na mão. Por isso, taí o registro textual! Na verdade, eu preferiria dizer apenas que foi tudo 'sexo, drogas e rock´n´ roll'. Por mais que não tenha sido literalmente isso, foi tão empolgante quanto. Aconteceu muita coisa que renderiam um texto enorme! Eu não falei da turbulência no avião; das negociações na compra de alguma bugiganga (olha o homem-aranha na parede); dos aperreios na hora de escolher a roupa para os shows; da queda que eu ia levando ao subir no ‘palco’ do Luar; dos presentinhos que a baterista recebeu; da dúvida se uma tal goma de tapioca estava estragada (né Kopa? – um metaleiro acreano que também nos recebeu lá em Sampa); dos shows do Motorhead, Mutantes, Ultraje a Rigor que perdemos (do Fresno e do Matanza também); da Charlotte (a cachorra mais simpática que conhecemos), da goteira em cima do colchão; dos costume paulista de só dar um beijinho na hora de cumprimentar; dos nossos ‘Tios’ Wilson e Manoela e a recepção suuuuper agradável que eles nos ofereceram; do Toka Stúdio (sim, ficamos hospedados numa casa que tinha um estúdio para ensaiarmos... há.há.há) e... o que mais? Ah, definitivamente, há coisas que não tem como descrever (e nem vale a pena tentar), porque só quem esteve lá vai entender (não é querendo excluir ninguém, mas, quem sabe mais alguns anos de jornalismo me deixem mais preparada para descrever o que eu não estou conseguindo agora e me faça ter melhor a noção de ‘factualidade’... rsrsrs).

Até à próxima!

sexta-feira, maio 11, 2007

TK7dois1 elevado a 4ª potência

Do Municipio de Tarauaca, distante 400 km de Rio Branco,um grupo de jovens decide se expresar através do rock. São eles,Leandro (Batera), Milton (Contra-Baixo), Nilson (Teclados e Vocal), Randin (Guitarra), Janaina (Guitarra e Vocal), Giovanni (Guitarra e Vocal). Juntos formam a TK7dois1.

Antes de mais nada um nome como esse precisa de algumas explicações.TK - Abreviacao do nome da cidade de Tarauaca, 7dois1 - numero da residencia onde a banda ensaia. Essa foi para os curiosos de plantão.

As influencias da banda são do cenário do pop rock nacional, lembra muito LS Jack. O vocal distoa do resto da banda durante algumas musicas, o garoto Giovanni tem uma voz que parece ter saído de uma boyband. Apesar disso prefiro ouvir ele cantando do que a outra vocalista.

As guitarras fazem uso exarcebado da distorção e enfim, parece que faltou alguém pra dizer você faz isso, você faz aquilo. As letras são recheadas de frases feitas, amor e confusão que vivemos na adolescencia. Ponto alto, em uma das canções tem a participação do Aarão Prado, vocalista da Camundogs.

Como toda e qualquer banda no inicio de carrera precisa amadurecer e é muito cedo para tecer qualquer crítica em relação a banda, pelo menos pra mim, só posso dizer se é boa ou não depois que eu ouvir ao vivo. Aí, vou poder concluir minha primeira impressão. Por enquanto vamos torcer para que eles possam vir aqui fazer um show pra gente.

Para ouvir. http://www.purevolume.com/tk7dois1

quinta-feira, maio 10, 2007

Pequena conversa sobre Sampa

Numa conversa com a Irlla Narel, vocalista da Blush Azul, que recentemente tocou em São Paulo... Algumas palavrinhas sobre essa pequena grande experiência de tocar na cosmopolitana "Terra da Garoa".

Valeu a pena tocar em Sampa?
Então, apesar de alguns contratempos, valeu apena ter tocado lá sim! Porque tivemos a chance de mostrar as nossas músicas pra um publico diferente do nosso aqui, um publico que ouve outro tipo de som... Mas que quando tocamos estavam dispostos a ouvir e o melhor de tudo isso é que no final o resultado foi positivo.

Qual o resultado dessa experiencia para você e para a Blush Azul?
A cena de lá é muito diferente. Quando tocamos no Luar na sexta(nosso primeiro show), eu conversei com um cara (que a banda dele também tinha tocado no evento) mais de meia hora, fazendo comparações da música, das pessoas, do clima, atitudes das pessoas enfim...Uma porrada de coisas e quando falei da nossa cena local, o cara pirou querendo vir tocar aqui. Falei como e a forma que a cena tava crescendo, porque pra nós é muito normal ir no evento e encontrar todo tipo de gente.

Todo tipo de gente?
Não sei como explicar, mas, é mais ou menos assim, se rola um show no galpão e a gente vai tocar, todos os nossos amigos vão lá gostando ou não do som, entende? Assim como outras pessoas também podem ir, sem gostar. E lá não acontece isso. Ele me contou que teve um show da banda dele e tava rolando um outro show no mesmo dia, chamou o amigo dele pra ir e o cara falou "vou nada, vou curtir o som que eu gosto". Sabe, aqui não rola isso. Pelo menos eu pude ver isso, a diversidade e a quantidade de bandas que não tem comparação com as daqui, são muitas, muitas bandas que procuram crescer de uma forma independente sem precisar umas das outras, porque tendo outra na cola é concorrencia.

Aqui a galera é mais unida...
Aqui as bandas crescem juntas, unidas e lá não, essa foi a diferença gritante que pude perceber. Para a banda foi uma lição,liçãozona, chegar lá, uma banda estranha, um publico estranho, ser só mais uma banda, é isso que sentimos logo de cara, aquela preocupação com tudo. Mas, felizmente a recepção foi boa, elogios, contatos, até autografos! *RISOS* Toda essa experiencia faz a gente querer voltar, isso que é legal,tipo, querer voltar sem medo.

E aí faria tudo de novo se pudesse voltar no tempo ou o que você gostaria de acrescentar?
Voltaria, faria tudo de novo com um pouco mais de organização e acrescentaria mais dias...*RISOS*

quarta-feira, maio 09, 2007

Dica musical

Música pra você escutar num dia frio.
Semelhança indiscutivel com Coldplay.



Athlete = Wires

segunda-feira, maio 07, 2007

Visões

Dica cultural

Exposição "Visões" no Memorial dos Autonomistas de 3 a 17 de maio a partir da 8h até as 18h.



Essa exposição é realizada em coletivo pelo os academicos do curso de Artes Visuais da FIRB/FAAO.

Um dos artistas que se encontra por lá é o Italo Christofer, influenciado por um linha da arte pop oriental nos apresenta quadros com diferentes técnicas, que variam de pinturas a pirogravuras. Sem falar, do seu engajamento politico dentro do seu curso, ele é vice presidente do Centro Acadêmico de Artes Visuas e já ganhou prêmio com apresenta de um curta metragem.


Esse é um documentário que ele está produzindo do Rivas Plata.

sexta-feira, maio 04, 2007

Curso de Cinema e Video



O Curso de Cinema e Vídeo do Núcleo de Produção Digital da Usina de Arte João Donato tem o objetivo de formar realizadores polivalentes, capazes de criar e produzir bens culturais nas áreas do cinema, do vídeo e da televisão.

O curso será gratuito e implantado como uma oficina de pesquisa voltada para a prática, desenhada para expressar a realidade do Acre e abrir espaço para uma nova geração de artistas e realizadores, profissionais capazes de manejar as linguagens audiovisuais e ferramentas de expressão do nosso tempo.

Serão nove oficinas progressivas, com duração inicial de um trimestre, ministradas por professores especialistas das áreas teóricas, técnicas e práticas:

1. Dramaturgia e Roteiro;
2. O Imaginário Acreano;
3. Processos de Criação;
4. A Imagem e a Sensibilização do Olhar;
5. Linguagem e Montagem;
6. Fotografia e Câmera
7. Produção e Pesquisa;
8. Realização Cinematográfica;
9. Edição e Finalização;

Como trabalho de conclusão de curso, os alunos produzirão dois videos.

Seleção
Prova de conhecimentos gerais, prova de criação e entrevista.

Pré-requisito
Comprovante de conclusão do Ensino Médio.

Horários dos cursos
De segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas.

Número de vagas
40 vagas

Local, data e horário de inscrição
Usina de Arte João Donato
Avenida das Acácias, n° 1
Distrito Industrial
De 7 a 18 de maio de 2007
De 8 às 12 e de 14 às 18 horas

Professores Convidados
Nelson Pereira dos Santos (cineasta)
Beth Formaggini (documentarista)
José Joffily (cineasta)
Mauricce Capovilla (cineasta)
Newton Cannito (ensaista e roteirista)
Marilia Alvim (montadora e produtora)
Adrian Cooper (diretor de fotografia)
Toinho Alves (jornalista)
Cristiane Lage (professora de audiovisual)