domingo, junho 17, 2007

O que eu sou para a cena acreana?

Johnny Rats, batera da Nicles, certa noite me encontrou e fez exatamente essa pergunta pra eu responder. No primeiro momento eu fiquei surpreso, mas, logo respondi. "Eu não sou nada, afinal nem banda eu tenho, apenas escrevo num blog o que eu acho das coisas que vejo e escuto".

Aqui no Acre acho que sou o unico que fala o que pensa sobre as bandas que fazem um som autoral, e tipo, não tenho medo de escrever o que realmente sinto e percebo quando escuto uma banda. Já falei mal de tantas bandas que hoje eu curto, como também já falei bem e hoje não posso dizer o mesmo. E não há mal algum nisso. Certo?

Sou do tipo da pessoa que acredita que a arte não precisa de subsídios pra se fazer entender quando a coisa é boa, ela simplesmente é, não precisa você sacar as influências ou coisas do genero. E hoje vivemos num mundo que tudo se copia e desconhecemos muitas vezes o que é original, por isso prefiro não fazer comparações.

Conhecimento é algo que você ganha com o tempo e conhecimento divido é conhecimento duplicado. Johnny valeu pelas dicas musicais (depois escrevo aqui no blog sobre as dicas musicais do Johnny) e espero que eu tenha te explicado o que eu sou pra essa dita "cena acreana".

Até mais.

2 comentários:

  1. É, eu acho que todos deveriam se fazer essa pergunta. Aliás, não só essa, mas também: "O que a cena acreana é pra mim?".
    Acredito q essas reflexões são importante, às vezes, de vez em qndo. Se for em exagero, fica banal.
    =)

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  2. Acho que a busca pela resposta tb cabe quando pensamos em como podemos ajudar, adicionar à cena acreana, como nós (músicos, público, porra louca, etc.) podemos acrescentar e como podemos fazer para que o movimento cultural enriqueça. Desde valores morais à tangente da cultura, que afinal, tanto nós escutamos e pregamos na maioria das vezes como intelectulóides.
    Um tapa dado e uma palavra dita...
    Prudência com as palavras.

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