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terça-feira, novembro 04, 2008

Paralamas do Sucesso no Ginásio do Sesi


Pois bem, acontece hoje, show com os Paralamas do Sucesso no ginásio do Sesi a partir das 19h. Mas, não se empolgue esse é um show voltado para o público com necessidades especiais, ele irá encerrar o espetáculo "Somos Todos Brasileiros" apresentado pelo Circo do Marcos Frota e somente convidados terão acesso a este evento.

Saiba mais


Errata: O show será no ginásio do Sesi e não no ginásio Sesc. Ok?

quarta-feira, abril 09, 2008

Filha de Chico Mendes se encontra com grupo Maná

Elenira Mendes viaja a Colômbia para conversar com o grupo sobre possível show no Estado

A presidente do Instituto Chico Mendes, Elenira Mendes, viaja nesta quarta-feira, 9, para a Colômbia, onde a banda mexicana Maná fará um show, no próximo sábado, 12. Elenira vai se encontrar com os roqueiros para discutir os detalhes da possível vinda do grupo ao Acre para participar das homenagens ao líder seringueiro no vigésimo ano de sua morte.

No mês de fevereiro, Elenira informou que o grupo Maná tinha a intenção de fazer um show no Estado, durante as homenagens pelos 20 anos da morte do líder sindical Chico Mendes e, também, de doar ao Instituto Chico Mendes os direitos autorais da canção "Cuando Los Angeles Lloran", composta em homenagem a ele.

O Instituto Chico Mendes anunciou, ainda, o desejo de convidar também o cantor Paul McCartney para participar do evento. O ex-Beatle compôs a música “How Many People” em homenagem a Chico.

Fernanda Gomes
Rádio Difusora – Xapuri
Agência de Notícias do Acre

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Caramba! Pensei que fosse boato. A profecia está se cumprindo.

sábado, novembro 03, 2007

"Cada show, de cada banda é nosso!" *


O último show Acústico e Plugado da Camundogs, do projeto Acústico em Som Maior, foi carregado de surpresas. Além das participações especiais de Diego Mello - o Dito da Marlton - e Verônica Padrão, fomos avisados que seria gravado, editado e sairia "em breve como pirata".

Seguindo a mesma set list dos shows anteriores - com exceções da retirada de "Todos querem jogar" e a inclusão de "Asas para o infinito" - que misturou músicas mais recentes com as mais antigas reformuladas, os integrantes da banda demonstraram mais uma vez que gostam daquilo que fazem. O teclado, mais audível e aparentemente mais bonito, deu um toque especial à maioria das músicas, começando pel'O termo", primeira música do show.

Seguindo com o calor e a fumaça de "Encruzilhada" - primeira música que Gilberto Lucas se levanta e que, realmente, é só a primeira: "não consigo ficar parado" disse ele - passando pela poesia e o peso musical de "Antes Só", chega-se à primeira surpresa da noite. Diego Mello é chamado ao palco, depois de muitos elogios, para cantar ao "Caro Zé". A princípio o microfone estava baixo, então quase não deu pra ouvir a voz do convidado, algo que foi corrigido logo em seguida.

"Espelhos" com seus loucos devaneios, é acalmada pela reprodução muito bem feita de "Diga lá rapaz", música de um cantor da terra Acreana, Tião Natureza. Um dos pontos altos do show pr'aqueles que conhecem a cultura popular do estado, principalmente quando a imagem do cantor é projetada no fundo do palco.

Incorporando as baladas românticas,"Subterfúgio" vem seguida de "Jully", uma declaração de amor que "chega a lembrar Anna Julia com seu toque ie-ie-ie ". "Surreal" parece estranha quando estão todos sentados e não podem ir à loucura, mas não perde a essência quando se ouve algumas vozes cantando junto ao Aarão no refrão.

O show entra num clima de sertão quando João Paulo troca o baixo pela viola caipira e transforma "Em paz" n'uma música sertaneja. (Espero que não haja assimilação com os cantores sertanejos de hoje, a quem muito respeito, mas que nada tem a ver com o que foi presenciado ali). A música termina com o back vocal de Júnior Saad, baterista, cantando o verso "seus olhos vivos facilmente me comovem, são a cor do meu luar", que muitos já devem ter ouvido.

Em seguida, o segundo convidado, ou melhor, convidada, sobe ao palco para cantar uma música feita especialmente pra ela. Verônica Padrão canta "Asas para o infinito" e comove a platéia. Sua voz vibrante, o acústico do violão e a composição formaram um conjunto ao qual pode-se dizer indefinível.

A penúltima música do show, "Um", talvez represente bem o que a Camundogs aparenta no palco: "e um será por dois, e dois serão por nós". Quem assiste percebe, e quem conhece de fora sabe: a união que os integrantes possuem ultrapassa as fronteiras de um palco. Ou simplesmente se deixa transparecer totalmente ali. Poderiam ser amigos e colegas de palco, mas não. São amigos e amigos.

Para finalizar, uma balada romântica, conhecida pela cidade inteira. Antiga, mas sempre recente. "Doze Meses" fecha a última grande noite da Camundogs no Teatro Hélio Melo.


Set List
- O termo
- Encruzilhada
- Antes só
- Caro Zé (participação de Diego Mello)
- Espelhos
- Diga lá rapaz (de Tião Natureza)
- Subterfúgio
- Jully
- Em paz
- Asas para o infinito (participação de Verônica Padrão)
- Um
- Doze meses

*Aarão Prado ao se referir ao Coletivo Catraia.

-fotos por Thays França